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Resultado 2020

1 de janeiro de 2021 8 comentários

2020 encerrando e nem preciso falar nada a respeito né? Um dos piores anos das últimas décadas.

E no mercado essa crise devido a pandemia refletiu na bolsa de valores com quedas absurdas em fevereiro e março, IBOV caindo 48% em pouco tempo e todos apavorados com o incerto. A volatilidade aumentou absurdo como raramente visto antes.

E de repente, ainda com futuro bem incerto e situação ainda agravando no mundo inteiro, as bolsas de valores mundiais, e a brasileira inclusa, resolvem que essa pandemia não é tão grave assim e tudo vai melhorar logo, então elas começam a subir desde então e vão embora sem olhar pra trás. IBOV fechou o ano praticamente no mesmo topo histórico anterior da janeiro desse ano, a 119.017 pontos.

Meu rendimento no ano foi de 7,48%. Um rendimento relativamente bom se for pensar em um ano de caos, mas ao mesmo tempo baixo perante ao que poderia ser devido a forte retomada da crise.

O IBOV teve uma variação de 2,91% no ano, portanto minha rentabilidade foi 4,57% maior.

A SELIC está em 2% a.a., portanto meu rendimento foi 3,74 vezes maior que a renda fixa.

Esse ano eu já comecei oficialmente usar o setup 3.0, que inclui as operações pelo gráfico diário para otimizar entradas em alguns casos.

Reflexões sobre o ano, os trades e o resultado:

  • Os stops funcionaram muito bem no início da crise, me tirando da situação de forte stress em uma queda fortíssima do mercado, praticamente todas as ações da bolsa. A maioria voltou meses depois mas proteção e segurança sempre em primeiro lugar, nunca com achismos e com torcida para esperar voltar. Quem quer torcer vai assistir futebol!
  • A volatilidade aumentou absurdamente entre os meses de fevereiro e maio. Teve semanas do IBOV com incríveis variações de 30%. Isso fez com que o modelo de entrada com stop técnico abaixo do fundo anterior deixasse muitas operações inviáveis nesse momento devido ao altíssimo risco.
  • Essa crise no mercado foi muito atípica de todas as anteriores historicamente. Normalmente a queda das crises duram vários meses ou anos, e as retomadas também. Às vezes estas sendo mais rápidas que o período de queda, às vezes mais lentas. Nessa crise de 2020 a queda durou apenas 2 meses e após 4 meses já estava mais de 80% recuperada, analisando pelo gráfico do IBOV. Isso mostra a alta volatilidade tanto na queda quanto na retomada de alta e esse tipo de padrão gráfico dificulta muito para vários modelos de trading systems de position trade, incluindo o meu.
  • Voltei a fazer entradas em maio usando 0,5% de risco por operação devido às incertezas da crise. Somado a um stop muito maior que o normal pela alta volatilidade, essas posições foram com capital bem menor que o normal. Por um lado elas me limitaram alguns ganhos, mas por outro diminuíram muito minhas perdas nos primeiros 3 meses de trades dentro da crise. Então eu vejo que não foi ruim ter começado com 0,5% de risco nesse momento.
  • Nos primeiros 3 meses de trade começando em maio, 70% das operações foram loss. O mercado ainda estava muito volátil e o cenário incerto para várias empresas, então muitas tendências reverteram, algumas temporariamente e outras não. Portanto esse início com várias perdas colaborou para a baixa rentabilidade do ano.
  • A crise começou logo após um pico de rentabilidade do ano de 2019. Esse ano tinha finalizado com preços das minhas ações em forte alta, bem como várias operações de termo que eu tinha montado (alavancagem). E isso contabilizou no rendimento de 2019. Logo no início de 2020 os preços todos começaram a cair e em breve todos stops foram acionados na mesma época. Então todos stops das operações de 2019 foram contabilizados em 2020. É como se 2019 tivesse ficado com a parte “nobre” dos trades abertos e 2020 ficou com a parte ruim. Não tem nada de errado nisso, afinal a separação de resultados por ano é só um método de contabilizar resultados em determinado período, e nesse caso colaborou para o baixo rendimento de 2020.
  • As melhores empresas no início da retomada da crise foram as de e-commerce: MGLU3, BTOW3 e VVAR3. Por serem blue chips e não fazerem parte das minhas seleções de ações eu acabei deixando de fora das minhas entradas. Provavelmente após crises, eu deva abrir uma exceção à regra normal da estratégia e pensar em comprar empresas grandes caso elas estejam com FR alto, pois é normal que as empresas maiores e mais sólidas gerem mais confiança ao mercado em épocas de incertezas.
  • Possivelmente em futuros cenários semelhantes a esse no mercado eu possa pensar em fazer entradas mais agressivas no gráfico diário como se fosse um swing trade e posteriormente transformá-las em position trade caso evoluam favoravelmente. É uma forma de não esperar a volatilidade geral diminuir muito e tentar começar aproveitar as oportunidades mais próximo do início da tendência de alta. Várias empresas já fizeram pivot de alta no gráfico diário em abril ou até mesmo fim de março, então se eu estivesse propenso a arriscar mais poderia ser dessa forma. Mas lembrando que quanto mais cedo tenta-se comprar numa crise, maior change de errar devido a esta não ter finalizado ainda.

Conclusão: O setup 3.0 mostrou-se estável num ano de extrema volatilidade e incertezas. Não se mostrou muito lucrativo nesse ano bem atípico de crise, porém trazendo um resultado satisfatório comparado ao IBOV. Não existe um sistema ou estratégia perfeito, e nem é isso que eu busco pois com certeza seria utópico, mas sempre estamos aprendendo e evoluindo em cada novo ano de trading. Os estudos e análises do que fizemos e deixamos de fazer fazem parte do trabalho do trader. Isso é algo que sempre teremos que fazer de tempos em tempos, anualmente, semestralmente, ou qualquer outro prazo. Para isso é de extrema importância que o trader mantenha seu registro de todas as operações feitas.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início (maio/2009), juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Estratégia Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 v1 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 v1 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 v1 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 v1 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 v1 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 v1 6,16% 281,50% -3,02% 5,58%
2015 v1 5,29% 301,68% -13,30% -8,46%
2016 v1 -1,33% 296,34% 40,49% 28,60%
2017 v2 44,32% 472,01% 26,86% 63,14%
2018 v2 71,59% 881,50% 15,03% 87,66%
2019 v2 120,22% 2.061,44% 31,58% 146,93%
2020 v3 7,48% 2.223,12% 2,91% 154,11%

O histórico completo das minhas operações realizadas pode ser acessado através deste post.

Um excelente ano de 2021 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo Sibin Lichti

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Planilha com Histórico Completo de Operações Realizadas

2 de janeiro de 2020 9 comentários

Com a finalidade de colaborar com o estudo dos novos traders, estou disponibilizando uma planilha com todo histórico de operações que fiz desde meu início na bolsa na modalidade position trading – trend following, ou seguidor de tendências.

A planilha do Google Docs pode ser acessada aqui.

A planilha tem 3 abas: Operações históricas encerradas e abertas, Estatísticas gerais das operações e a Rentabilidade histórica mensal e anual.

Última atualização: 01/01/2021

Abraços e bons estudos!

Rodrigo Sibin Lichti

Obs: As informações colocadas aqui são simplesmente meus registros pessoais, não são recomendações de investimentos para outras pessoas. Não sou profissional certificado de investimentos e não posso orientar nenhuma pessoa a comprar ou vender determinado ativo. Os comentários e respostas para os leitores são simplesmente trocas de idéias entre investidores.

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Resultado 2019

30 de dezembro de 2019 12 comentários

2019 encerrando e um resultado absolutamente exceptional! 120%! Muito feliz e grato pelo rendimento obtido.

Se considerarmos que a taxa da SELIC continua baixando e chegou no patamar de 4,5%, os investimentos em renda variável viraram essenciais e que bom que estamos conseguindo ter sucesso nesse mercado de ações!

E por incrível que pareça ainda poderia ter sido mais rentável ainda se eu não tivesse encerrado algumas operações prematuramente conforme detalhei no post Revisão das operações encerradas antes do stop ATR. Detalho mais também a questão de um stop por tempo em ações que ficam em lateralização dos preços por muito tempo.

Um recurso que comecei a utilizar no fim desse ano quando surgiram novas oportunidades e eu não tinha dinheiro disponível em conta e também não queria vender antecipadamente nenhuma ação para fazer a troca, foi fazer operações a termo. Detalho um pouco mais nesse mesmo post. Enfim, se eu tivesse começado a usar o termo mais cedo no ano para comprar novas ações ao invés de vender para trocar, provavelmente meu resultado teria sido bem superior. Em épocas que estiver com o dinheiro todo alocado em ações, com o risco da carteira reduzido, provavelmente irei fazer uso do termo daqui pra frente para otimizar meus rendimentos mas mantendo o risco controlado. Mas aqui vai um ALERTA! Esse tipo de operação só é recomendado para traders mais experientes e com muita gestão de risco, pois se trata de uma operação alavancada, onde usamos mais dinheiro do que temos para operar.

Nos últimos 2 anos, mas com mais frequência neste ano, eu resolvi fazer uma variação na entrada de algumas ações pelo gráfico diário, quando havia alguma ação em tendência de alta onde no gráfico semanal não faziam nenhuma correção de pelo menos uma semana, todo novo candle semanal fazia uma máxima maior que a anterior, não dando espaço para entrada pelo meu setup. Os resultados desses testes eu detalhei no post Revisão das operações com entrada pelo gráfico diário. E agora vou fazer backtests com entradas sempre pelo gráfico diário e comparando com as entradas tradicionais pelo gráfico semanal, vamos ver se fica mais interessante ou não, se mudarei para um setup 3.0 ou se ficarei no 2.0 mesmo!

Conclusão: o setup 2.0 mostrou-se extremamente eficaz na seleção de ações fogueteiras que colaboraram com um excelente rendimento. Também foi um ano de novos aprendizados e evoluções.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início (maio/2009), juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Estratégia Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 v1 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 v1 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 v1 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 v1 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 v1 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 v1 6,16% 281,50% -3,02% 5,58%
2015 v1 5,29% 301,68% -13,30% -8,46%
2016 v1 -1,33% 296,34% 40,49% 28,60%
2017 v2 44,32% 472,01% 26,86% 63,14%
2018 v2 71,59% 881,50% 15,03% 87,66%
2019 v2 120,22% 2.061,44% 31,58% 146,93%

O histórico completo das minhas operações realizadas pode ser acessado através deste post.

Um excelente ano de 2020 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo Sibin Lichti

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2018

1 de janeiro de 2019 15 comentários

2018 encerrando e um excelente resultado obtido. Minha carteira superou o IBOV de lavada. Ela teve uma rentabilidade bruta de 71,59% enquanto o IBOV teve uma alta de 15,03%.

Com a taxa da SELIC baixando para 6,5% esse ano, a carteira rendeu mais do que deixar 8 anos na renda fixa, o que ajuda muito no objetivo de multiplicação do capital.

Conclusão: o setup 2.0 está aprovado no seu segundo ano de operação. O objetivo de caçar ações com altas variações no preço mesmo num ano com alta bem modesta do mercado como um todo foi cumprido.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início (maio/2009), juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Estratégia Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 v1 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 v1 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 v1 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 v1 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 v1 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 v1 6,16% 281,50% -3,02% 5,58%
2015 v1 5,29% 301,68% -13,30% -8,46%
2016 v1 -1,33% 296,34% 40,49% 28,60%
2017 v2 44,32% 472,01% 26,86% 63,14%
2018 v2 71,59% 881,50% 15,03% 87,66%

Um excelente ano de 2019 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo Sibin Lichti

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2017

30 de dezembro de 2017 8 comentários

2017 encerrando e um bom resultado obtido. Não considero um resultado excelente, mas está muito bom. Considerando ainda a taxa da SELIC baixando para 7%, ou seja, o dinheiro fácil está rendendo quase metade do que rendia no ano passado, e minha carteira rendendo mais de 6 vezes esse valor pode-se considerar uma rendimento muito bom.

Ainda considerando meu position sizing mais conservador, alocando 1% de risco em cada posição, faz que que a carteira demora mais para ficar completa e menos capital alocado na renda variável, ficando no máximo em renda fixa. Mas meu estilo é mais conservador nesse aspecto, prefiro deixar de ganhar 100% num ano bom talvez, mas num ano ruim não perder 20% por exemplo. Até hoje meu pior ano foi de -10% e isso no setup 1.0.

Minha carteira superou o IBOV esse ano. Ela teve uma rentabilidade bruta de 44,32% enquanto o IBOV teve uma alta de 26,86%.

Em 2017 fiz alguns testes novos no meu setup para ver se achava algum ponto de melhoria mas nenhum mostrou resultado melhor. Um dos testes que fiz foi usar o FR baseado em períodos diferentes, de 1, 2, 3 e 4 meses. O melhor continou sendo o de 6 meses. Outro teste um pouco maior que fiz foi usando os indicadores fundamentalistas do método CANSLIM, descrito no livro “How to Make Money in Stocks” de William J. O’Neil. O livro é um best seller mundial e muito famoso inclusive no Brasil. Segundo o autor, de vários indicadores fundamentalistas, ele validou centenas deles durante os últimos 100 anos em todas as ações americanas durante períodos que tiveram uma forte explosão nos preços e chegou a conclusão de quais poucos indicadores realmente são importantes e “precedem” a alta. Eu fiz os testes somente avaliando os indicadores numéricos e não os subjetivos como nome do CEO, lançamentos de novos produtos, etc, e o resultado foi que nenhum dos fatores precedem as altas aqui no mercado brasileiro.

Conclusão: o setup 2.0 está aprovado no seu primeiro ano de operação. Continuarei operando dessa forma no próximo ano.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início, juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2008 0% 0% -41,22% -41,22%
2009 71,86% 71,86% 82,62% 7,34%
2010 121,56% 280,77% 1,05% 8,47%
2011 -10,47% 240,91% -18,13% -11,19%
2012 7,02% 264,84% 7,38% -4,64%
2013 -1,50% 259,37% -15,49% -19,41%
2014 6,16% 281,53% -3,02% -21,85%
2015 5,29% 301,68% -13,30% -32,24%
2016 -1,33% 296,34% 40,49% -4,80%
2017 44,32% 472,01% 26,86% 20,76%

Um excelente ano de 2018 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2016

31 de dezembro de 2016 22 comentários

Mais um ano de investimentos de encerra e é hora da revisão geral. E o resultado do setup de Position Trade versão 1.0 infelizmente foi negativo mesmo com o IBOV tendo um ano bem positivo. Isso com certeza é para parar e refletir.

Na verdade essa revisão eu já acabei fazendo alguns meses atrás ao notar que a estratégia não estava performando bem há anos, sendo muito dependente de um mercado fortemente altista, que sinceramente eu achava que ocorreria com mais frequência na Bovespa, baseado nos gráficos históricos. Houveram no passado anos de quedas fortes semelhantes a de 2008, porém com forte recuperação depois e anos de fartura. O que nunca aconteceu na nossa história recente de bolsa de valores é um mercado praticamente lateral há mais de 5 anos, e isso eu não contava que iria acontecer.

Por isso em 30/11 eu publiquei a alteração da minha estratégia para o setup versão 2.0, buscando entrar mais no início das tendências, não esperando tendências mais fortes.

Outra reflexão é que o IBOVESPA teve uma boa alta esse ano porém minha carteira de ações não. Além no motivo do setup em si que fiz uma revisão e alteração, outro motivo que acabei notando também foi a escolha das ações. Até essa revisão eu estava focando mais em ações mid cap e small cap, pois são empresas com menos valor de mercado e tem maior capacidade de crescimento. O problema é que em anos como o de 2016, as blue chips que dominaram em performance, talvez pela incerteza do país na parte econômica e política. Por serem mais estáveis do que as small cap, acabaram performando melhor. Por isso depois da revisão da estratégia eu tirei o “preconceito” de operar blue chips e deixei o próprio mercado definir em que operar, sem filtros por tamanho/valor de mercado. Nas minhas operações do início de dezembro para cá já podem ver que começaram entrar mais blue chips que as outras na lista de entrada.

Em 2016 foquei bastante em operações de day trade em índice e dólar atráves de robôs (operações automatizadas), operando vários vezes em conta real porém é um campo muito difícil, muito mais de position e swing. É fácil desenvolver diversos setups e fazer backtests com períodos de anos e ter lucros relativamente consistentes, com a curva de capital ascendente sempre. Porém a realidade na hora de colocar o setup para funcionar de verdade a performance muda totalmente e a curva de resultado não segue o padrão do passado, gerando prejuizo na maior parte dos meses.

Enfim, o day trade no momento estou dando uma pausa e estou lendo alguns livros bem especializados no assunto de desenvolvimento de estratégias que funcionem no presente e futuro. Enquanto isso, seguindo a mesma linha do objetivo do day trade no fim do ano passado, que era rentabilizar a carteira enquando não houvesse um mercado forte de alta e o capital não ficasse todo alocado em ações de longo prazo, nesse mês de dezembro comecei a fazer operações de swing trade com uma metodologia totalmente objetiva, sem nenhuma regra subjetiva, e toda testada em 10 anos de histórico de todas as ações. Espero com isso ajudar a rentabilizar a carteira durante épocas como a dos últimos 6 anos de bolsa, que é difícil encher uma carteira fazendo gerenciamento de risco/posição correta. Não colocarei no blog essas operações primeiramente porque estou começando agora a validar na prática e segundo porque são possíveis operações diárias com muitas ações no radar e pode complicar a divulgação em tempo. Sendo assim no futuro eu penso a melhor forma.

Obs: na tabela abaixo não está contabilizado o lucro/prejuizo obtido no day trade, somente na estratégia de longo prazo.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início, juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 6,16% 281,53% -3,02% 5,59%
2015 5,29% 301,68% -13,30% -8,46%
2016 -1,33% 296,34% 40,49% 28,60%

Obs: o início em 2009 foi em maio.

Um excelente ano de 2017 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2015

31 de dezembro de 2015 4 comentários

Mais um ano fraco para a Bolsa brasileira, com poucas oportunindades de longo prazo de acordo com minha estratégia, completando 5 anos ruins.

O ano ficou levemente positivo, contrário do IBOV que teve mais um ano de queda razoável, completando o terceiro ano de queda consecutivo.

Que 2016 seja melhor pra bolsa, o que não está aparecendo que irá ser, porém se houver pelo menos algumas empresas com forte crescimento, já é suficiente.

Como estamos passando por vários anos ruins na bolsa no quesito investimento, estou dando um foco especial na operação em day trade no mercado futuro (índice Bovespa e dólar) através de robôs pelo software Meta Trader 5, disponível gratuitamente em algumas corretoras no Brasil já. Apesar de no longo prazo não haver boas tendências, no período intradiário sempre há volatilidade suficiente para pegar movimentos e obter lucros. Então pode ser uma boa área de rentabilidade em paralelo. Obs: na tabela abaixo não está contabilizado o lucro/prejuizo obtido no day trade, somente na estratégia de longo prazo.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início, juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 6,16% 281,53% -3,02% 5,59%
2015 5,29% 301,68% -13,30% -8,46%

Obs: o início em 2009 foi em maio.

Um excelente ano de 2016 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2014

Mais um ano fraco para a Bolsa brasileira, com poucas oportunindades de longo prazo de acordo com minha estratégia, completando 4 anos ruins.

Esperamos que 2015 seja o início de um novo ciclo na bolsa, apesar de que os inídicios sejam contrários.

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início, juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%
2014 6,16% 281,53% -3,02% 5,59%

Obs: o início em 2009 foi em maio.

Um excelente ano de 2015 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo

Categorias:Carteira, Resultados

Resultado 2013

Estou compartilhando o resultado da minha carteira de longo prazo. Por ser uma estratégia direcional seguidora de tendência (trend following) de alta, ela se beneficiará em épocas que o mercado esteja altista.

Nem sempre o IBOV é um comparativo de performance com minha carteira pois geralmente há ações que estão em boa tendência de alta mesmo que o índice Bovespa  está caindo ou lateral. Um exemplo disso foi o ano de 2010 onde o IBOV praticamente ficou no zero a zero e foi o ano que minha carteira rentabilizou melhor. Mesmo com o IBOV de lado havia ações subindo a todo vapor, como a HGTX3.

Os últimos 3 anos foram ruins para o IBOV e para a maioria das ações individuais, consequentemente minha carteira também. Mesmo assim não foi gerado muito prejuizo. Se tivermos um ano forte como 2009 e 2010, com certeza teremos uma valorização alta da carteira, o que compensará o marasmo dos últimos 3 anos e ainda colocará um bom lucro a mais.

Bolsa de valores é assim, quem investe em longo prazo não pode querer resultados imediatos em 1 ou 2 anos. Considero uma janela de 5 anos um período bom para refletir, e considero que obtive um bom rendimento, 259%, o que daria em torno de 29% anual. No mesmo período o IBOV quase ficou no zero a zero, dando somente 8% positivo. Se eu já operasse na bolsa desde 2003 e utizasse essa estratégia de longo prazo nos 5 anos subsequentes, até 2007/2008, tenho certeza que teria conseguido um excelente rendimento pois até o IBOV chegou a valorizar mais de 600% nesse período numa época onde tudo subia.

O negócio é ficar sempre atento às oportunidades no mercado. Não podemos desanimar com anos ruins pois o mercado é cíclico, possui fases de prosperidade e fases de desespero. Se desistirmos durante a fase de desespero do mercado não estaremos posicionados para a fase de prosperidade que virá. Nem eu nem ninguém pode afirmar que será 20014 o ano da prosperidade mas estou torcendo para que os próximos anos tragam lucros para mim e para todos que estão “no game”!

Segue a tabela de rentabilidade da minha carteira desde o início, juntamente com o IBOV no mesmo período:

Ano Minha Carteira Acumulado IBOV Acumulado
2009 71,86% 71,86% 45,01% 45,01%
2010 121,56% 280,77% 1,05% 46,53%
2011 -10,47% 240,91% -18,13% 19,97%
2012 7,02% 264,84% 7,38% 28,82%
2013 -1,50% 259,37% -15,49% 8,87%

Obs: o início em 2009 foi em maio.

Um excelente ano de 2014 de ótimos trades e com muita saúde, felicidade, paz e harmonia para todos nós!

Abraços,

Rodrigo

Categorias:Carteira, Resultados